Barcos, sem dúvida, foi a grande decepção do Grêmio em 2013. Trazido com pompa de grande reforço, depois do 2012 espetacular que fez pelo Palmeiras, e com início recheado de gols, o Pirata caiu em desgraça, jogou mal, não fez gols, e acabou vaiado pela torcida por diversas oportunidades.
Mas o que explica essa queda tão grande de rendimento? Será que o pirata não se adaptou ao futebol gaúcho? Não, não foram esses motivos que limitaram a qualidade das atuações do pirata, mas sim o seu posicionamento em campo, que o afastava do gol adversário, para buscar a bola no meio campo e tentar armar as jogadas, o que não é o forte do argentino.
Já para 2014, a primeira providência de Enderson Moreira ao assumir o tricolor, foi colocar Barcos perto da área, no seu lugar e onde rende melhor. E o resultado é o oposto do ano passado: muitos gols. Já são 5 em 6 jogos, quase um por jogo em média.
Barcos, jogando como centroavante e perto do gol, tem muitos recursos, já que finaliza bem com as duas pernas e tem uma boa técnica, mas recuando para a armação, perde o que tem de melhor, e por não ter velocidade, não consegue chegar a tempo na área para concluir as jogadas.
Como centroavante, Barcos tem tudo para fazer uma grande temporada pelo Grêmio, e ser o principal artilheiro da equipe na temporada. Mas como centroavante, perto da área e preferencialmente focado nas conclusões. Se voltar a ter o posicionamento da temporada passada, será de novo o mesmo fracasso.
O pirata precisa entender que seu lugar é dentro da área, e não longe dela.
O pirata precisa entender que seu lugar é dentro da área, e não longe dela.
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